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A
tecnologia do doping
Hoje,
uma das novidades do mundo esportivo atual é o doping
genético através de tratamento com células-tronco
de cordão umbilical, que já está sendo
questionado e avaliado por vários países. Acredita-se
que em fevereiro de 2002 durante as Olimpíadas de Inverno
de Salt Lake City, esta prática já era praticada.
Casos atuais
A
poucos dias das Olimpíadas de Pequim, atletas de vários
países foram flagrados em exames antidoping, dentre
eles brasileiros, russos, italianos, franceses e americanos.
Mas
nem sempre os resultados de exames antidoping são resolvidos
rapidamente. Como exemplo, citamos a equipe norte americana
que conquistou o ouro no revezamento 4x400 em Sydney 2000.
Nos últimos dias, o ouro conquistado em Sydney foi
perdido, devido à comprovação de que
um de seus atletas competiu dopado.
Mas
veja bem, neste caso, foram 8 anos de glórias e mentiras.
Os atletas americanos tiveram tempo suficiente para gozarem
o sucesso através de contratos publicitários
e exposição na mídia, como se fossem
os melhores do mundo, enquanto que o quarto colocado da época,
hoje, terceiro colocado, medalha de bronze, deve ter caído
no poço do esquecimento, perdendo patrocínios
e até mesmo forçando a aposentadoria de atletas
e treinadores que não alcançaram o “sucesso”
de conquistar uma medalha olímpica naquela ocasião.
Será que hoje esta medalha terá o mesmo sabor
de vitória para eles ?
As
drogas sociais
Alguns
países europeus já proíbem a divulgação
de drogas sociais como o álcool e cigarros em competições
esportivas, como a Formula I e outras modalidades. Mas, como
sabemos, a utilização de drogas não é
uma exclusividade de modalidades esportivas.
No
Brasil, a pior de todas as drogas, o álcool, é
divulgado, vendido e consumido livremente em todos os lares.
Infelizmente,
temos até programas esportivos na TV que divulgam naturalmente
cervejas, vinhos e bebidas com teor alcoólico em horários
nobres, onde a maioria dos telespectadores é composta
por jovens que ainda estão em idade de formação
intelectual ou por adultos que são consumidores contumazes
de bebidas e cigarros, mas que geralmente não admitem
terem problemas com vícios.
Félix Luis / Direção Geral
Portaldocorredor.com